FELIXBURG – na Era do Vapor – José Manuel Martins – 1.4 – O Telhado

  O telhado dos edifícios é muito importante. Infelizmente, por vezes é negligenciada porque é uma grande superfície uniforme sem grande detalhe. Mas pelo contrario, deve ser-lhe dada uma atenção especial porque na maior parte das vezes é a primeira coisa que o espectador vê e por ser uma grande área, logo, vai causar um grande impacto.

  Um telhado ‘trabalhado’ com weathering e com pormenores á vista vai imediatamente chamar a atenção e ‘levar’ o espectador a procurar outros pormenores no edifício em si e circundantes…

Fig. 31 – Iniciei os trabalhos no telhado construindo, em Evergreen, a parede vertical entre as duas aguas. Os respiradouros são os originais…

Fig. 32 – O telhado tem duas aguas, e comecei pela maior. Adicionei a caleira – recuperada do original e cortado a medida. Os dois perfis de Evergreen central servem para centrar o telhado com a viga de sustentação…

Fig. 33 – De seguida cortei a parte frontal do telhado. O telhado da baia pequena é só uma peça, já que não tem quebra vertical. Um corte basta para realizar a cumeeira …

Fig. 34 – Antes de continuarmos os trabalhos no telhado terminamos a pequena lateral da Cocheira…

Acrescentamos um perfil de Evergreen para servir de apoio ao telhado da baia pequena…

Fig. 35 – Correcções adicionadas em evergreen… com este nível de scratchbuild vai ser sempre necessário uma ou outra correcção ‘aquilo que não planeamos’… nada que envergonhe… J

Fig. 36 – O telhado terminado, já com as caleiras em todas as aguas, e em posição. O telhado vai levar um primário preto antes de continuarmos para a próxima fase…

Fig. 37 – Cobertura do telhado com tiras de lixa600, ideal para o efeito que pretendemos. O primário preto que demos antes evita que as imperfeições sejam visíveis. Inevitavelmente qualquer falha evidenciar-se-ia se mantivéssemos o branco…

Fig. 38 – Entusiasmado com o resultado dos trabalhos para as colunas interiores – noutra secção – decidi fazer os algerozes em perfis de latão. As abraçadeiras são feitas com tiras de folha de estanho…

Fig. 39 –  Gostei do efeito da madeira e também do prazer que dá trabalhar com este nobre material, por isso aproveitei esta oportunidade para inserir mais um elemento em madeira…

Fig. 40 – E o aspecto final agrada-me bastante… e no fim é o que isto pretende ser… um grande projecto composto de pequenos projectos que nos dão prazer a realizar…

O próximo update deve demorar porque envolve muito scratchbild e experimentação…

Próximo update –  1.5 –  As Portas

——————————  Continua ——————————

Resumo

  Felixburg é um Projecto pessoal de um Layout, em Escala N, com sistema Digital DCC, num cenário germânico, na Era do Vapor.

  Faz parte de um Projecto global do Clube “N Club Model Trains” de divulgação do Hobby Modelismo Ferroviário, na Escala N.

Bem Hajam

José Manuel Martins

FELIXBURG – na Era do Vapor – José Manuel Martins – 1.3 – O Interior

Devo dizer que sou um grande adepto da decoração de interiores. Ainda que seja o nosso lado narcisista, pois apenas nós sabemos que está lá.

  Em edifícios de escala N ainda é mais difícil, mas admito que gosto de detalhar o interior e tirar photos… para mais tarde recordar… com prazer. J

  Neste caso, de um grande edifício, com grandes janelas e, se calhar, com as portas sempre abertas, ainda mais se justifica detalhar o interior…

… ou não e é só uma desculpa J

  Não interessa, vai servir para experimentar algumas coisas, recordar algumas técnicas e verificar o ‘enferrujamento’ noutras, por isso, está mais que justificado e…

Fig. 21 – Wash preto para evidenciar os ladrilhos… pela photo vê-se bem a diferença e a importância deste wash…

Fig. 22 – Cortei o plástico todo a volta do caixilho, pois queria que a janela encaixasse na abertura, sem relevo na parede, que será coberta. De seguida colei o acetato a servir de vidro. Uma gota cola no topo do caixilho e outra no fundo e chega, o ‘vidro’ já não se solta. Evitem colocar cola nos caixilhos interiores que aumenta o risco de ‘transbordar’ para o vidro e arruína o efeito

Fig. 23 – Teste exterior para verificar o contraste das cores. Chamo novamente a atenção para o bonito efeito das pedras individualizadas que compõem a parede…

Fig. 24 – Photo da parede exterior completa; janelas, caixilhos e parede. Fiquei bastante satisfeito com o resultado final de tons e materiais…

Fig. 25 – Vista interior das janelas, encaixadas, ao mesmo nível da parede. Assim, sem relevo, a folha de cartão que vai cobrir as paredes interiores poderá ser colada directamente na parede.

Fig. 26 – Usei folhas de cartão da Faller para o recobrimento das paredes interiores. Inicialmente tinha escolhido o código 222568 mas achei muito ‘berrante’ e optei pelo 222559. Atenção ao recorte que é feito no verso do cartão…

Fig. 27 – As paredes interiores recortadas, com excepção das paredes frontais, claro, que estamos a deixar para o fim, quando resolvermos a questão das portas da Cocheira

Fig. 28 – Comecei pela parede maior para ver se gostava deste pedrão e se adequava ao que eu queria. Ficou bem.

Fig. 29 De resto é simplesmente colar os cartões as paredes e tirar photos para ver como ficava… … e para mais tarde recordar, claro. J

Fig. 30 – Mais uma photo… para verificar o efeito… para apreciar o trabalho… para… Whatever, disfrutar

Próximo update –  1.4 –  Telhado e acabamentos

Resumo

  Felixburg é um Projecto pessoal de um Layout, em Escala N, com sistema Digital DCC, num cenário germânico, na Era do Vapor.

  Faz parte de um Projecto global do Clube “N Club Model Trains” de divulgação do Hobby Modelismo Ferroviário, na Escala N.

Bem Hajam

José Manuel Martins

FELIXBURG – na Era do Vapor – José Manuel Martins – 1.2 – A pintura

  Antes de colar a extensão da parede em madeira, no entanto, ainda havia muito trabalho a fazer, nomeadamente pintar as paredes.

  O interior foi pintado de um tom castanho neutro, que serviu de base ao chão que queria em tons de ‘sienna claro’.

  Gosto muito dos tons ocres, resultam bem em todas as superfícies, nomeadamente em Modelismo Ferroviário, e tenciono que seja este o tom da minha maqueta, i.e., o tom base dos três Módulos.

  Assim faz sentido que a Cocheira seja feita com materiais locais – integrando-a assim no ambiente.

Fig. 11 – Chão ladrilhado em tons de terracota ‘sienna claro’. As paredes laterais vão ser tapadas.

Fig. 12 – Pintura da parede exterior. O tom terracota vai dominar mas podemos ‘individualizar’ algumas pedras. Podemos usar um padrão como guia para as cores, aqui um cartão Faller 56940

Fig. 13 – Devemos, nesta primeira fase da pintura, ‘carregar’ nas cores. Depois do drybrush, elas vão ficar mais esbatidas. Pintamos as pedras com cores vivas, para mais tarde sobressaírem…

Fig. 14 – A mesma parede após o drybrush, que serve para uniformizar as cores. Comparando as photos é possível ver que apesar das pedras integrarem uma parede (uniformização) algumas pedras sobressaem (individualidade)…

Fig. 15 – Depois de muito bem lixadas – no interior – para retirar a cola, primamos os caixilhos exteriores com uma cor neutra – neste caso um cinzento claro – mas suficientemente diferente da parede, para potenciar o contraste.

Fig. 16 – Usamos o mesmo método da parede e individualizamos as pedras, mas aqui com tons mais esbatidos, por isso usamos washes em dois ou três tons de sépia.

Fig. 17 – O drybrush dos caixilhos exteriores foi demasiado e apagou as pedras. A corrigir mais tarde. Mas o contraste funcionou…

Fig. 18 – Um plano mais aproximado – para experimentar o caixilho interior da janela – permite-nos ver bem a individualização das pedras na parede. De qualquer modo o conjunto parece resultar…

Fig. 19 – Satisfeito com os resultados dos testes aos caixilhos, colei a extensão da parede em madeira. Ficou bonita!!!

Fig. 20 – A parede oposta, também com a extensão em madeira. No interior, os suportes interiores do telhado já foram colados no lugar.

Próximo update –  1.3 –  O Interior

Resumo

  Felixburg é um Projecto pessoal de um Layout, em Escala N, com sistema Digital DCC, num cenário germânico, na Era do Vapor.

  Faz parte de um Projecto global do Clube “N Club Model Trains” de divulgação do Hobby Modelismo Ferroviário, na Escala N.

Bem Hajam

José Manuel Martins

FELIXBURG – na Era do Vapor – José Manuel Martins – 1.1 – A Infraestrutura

LOCALIZAÇÃO

  Felixburg é uma localidade, fictícia, na Alemanha, algures na antiga fronteira entre o Reino da Baviera e a Prússia. A ação situa-se algures no tempo, entre 1925 e 1938, na Era do Vapor,  durante  a chamada  Época II.

PROJECTO

  O Projecto é constituído por três Módulos  de dimensões standard, 40x80cm, com vias Peco Code 55,  sistema Digital DCC, de  acordo com as Normas do Clube-N. http://nclubmodeltrains.pt/normas-n-club-model-trains/

  Os  Módulos foram pensados  para terem uma centerpiece  cada um, para os ‘personalizar’,  a saber, “A Rotunda”, “A Estação” e  “A Industria”

Modulo I – “A Rotunda”

  Antes de iniciar a Rotunda, a curiosidade de saber como sairia a Cocheira, um projecto de scratchbuild de um Edificio feito ‘á medida’ era muita e, por isso… é por aqui que começo a elaboração do Cenário do projecto Felixburg – na Era do Vapor

  Com o espaço limitado que tenho no Modulo I, em que a centerpiece é a Rotunda, a existência de uma Cocheira – de qualquer tipo – nunca foi grande preocupação. Recentemente, a possibilidade de realizar um projecto de scratchbuild e a leitura de um artigo – que infelizmente não consigo encontrar –  levou-me a equacionar a inclusão de uma Cocheira redonda.

  E este e o documento do meu WiP, que não se destina a modelistas experientes, mas apenas a dar conta do meu progresso e do meu modo de fazer as coisas…

  Espero que gostem e que vos ajude a decidir começar um projecto identico ou a ultrapassar alguma dificuldade que tenham.

  Disfrutem

Fig. 1 –  O plano de vias com o design da localização das Cocheiras no seu lugar

Modulo I.1- As Cocheiras

 1.1 –  A Infraestrutura

  A primeira decisão era saber se o projecto começava de raiz ou usava um modelo comercial como base. As cocheiras seriam redondas, isso era claro, mas os modelos comerciais tinham duas desvantagens – eram grandes demais para o espaço disponível e muito ‘vistos’

   Numa das várias viagens a ebay, deparei-me com um leilão de duas Cocheiras, já montadas, e decidi que seria o que iria usar como base para fazer o meu projecto.

Fig. 2 –  Cocheira dupla – modelo Faller  222116

    É um modelo muito bonito, adequado a Epoca escolhida e que, com algum trabalho e jeito, se enquadrará naquilo que eu quero.

  É aconselhável que façamos um draft do que queremos, mas para termos uma Cocheira redonda é fundamental que tenhamos três noções prévias

– o tamanho da Rotunda – e os ângulos que ela permite

– a largura das portas da Cocheira

– a distância que vai da Cocheira a Rotunda

  É muito importante termos estas noções prévias, pois todos teríamos a tentação de começarmos logo pelo edifício e depois seria um terror para tentarmos que as vias ligassem á Rotunda ou o espaço entre a Cocheira e a Rotunda era demasiado pequeno e falhava os ângulos, etc…

  O desenho do edificio propriamente dito é irrelevante, podendo assumir a forma que quisermos, por isso, depois de saber as três medidas básicas, desenhei uma Cocheira que coubesse no Modulo I.

  As medidas que necessitava incluíam as três distâncias em conjunto, por isso optei por desenhar o draft em conjunto para poder decidir onde colocar a Cocheira.

  Fig. 3 –  Draft, em evergreen, dos planos para a Cocheira redonda;
– a meia circunferência representa a Rotunda
– a secção seguinte é a distancia entre a Cocheira e a Rotunda
– a Cocheira, com três secções, duas ‘longas’ e uma curta

  O passo seguinte era ‘recuperar’ as peças da cocheira, já montada, com especial empenho nas paredes, e nas portas – que não sei se vou usar – e nas janelas. O telhado era irrelevante, pois o telhado de uma cocheira redonda teria que ser todo scratchbuild.

Fig. 4 –  A recuperação das janelas – só interessa o caixilho da janela, já que os vidros de plástico transparente  serão substituídos por acetato, mais fino

  Os passos seguintes são auto-explicativos, por isso colocarei apenas as photos com uma descrição.

Fig. 5  –  ‘Elevar’ as paredes da estrutura, com os gaps a serem preenchidos com um betume conhecido no meio como ‘green stuff’.

Fig. 6 –  Toda a estrutura de base foi feita em Evergreen, placas e perfis quadrados ou retangulares. O chão da cocheira foi feito com placas de Evergreen, padrão ladrilho (tile)

  Uma Cocheira redonda tem as paredes laterias muito características, que tinha que construir.

Fig. 7 –  Construi uns ‘gabarit’ para testar o aspecto a acertar as estruturas de suporte interior com as paredes…

    Neste momento, o meu colega Antonio enviou-me uma photo do trabalho dele, em madeira, e eu decidi que completar a parede em madeira ficaria bem… 

Fig. 8 – Escolhi dois tons de madeira e cortei os perfis em bisel. Colando-os alternadamente, deve dar um efeito final agradável a vista…

Fig. 9 – Resultou e fiquei satisfeito com o resultado. Do lado oposto, a parede foi elevada segundo o mesmo método, claro

  Os ‘gabarit’ interiores serviram para construir os apoios internos do telhado.

  Tenciono colocar um suporte ao centro, debaixo da viga central mas ainda não sei se usarei o mesmo método ou construirei um suporte redondo mais elaborado…

Fig. 10 – Suportes internos elaborados com perfis de Evergreen, de secção quadrada.

  Antes de colar a extensão da parede em madeira, no entanto, ainda havia muito trabalho a fazer, nomeadamente pintar as paredes.

Mas isso será num próximo update –  1.2 –  A Pintura

Resumo

  Felixburg é um Projecto pessoal de um Layout, em Escala N, com sistema Digital DCC, num cenário germânico, na Era do Vapor.

  Faz parte de um Projecto global do Clube “N Club Model Trains” de divulgação do Hobby Modelismo Ferroviário, na Escala N.

Bem Hajam

José Manuel Martins

Sandy River, de Manuel Cortinhas

Esta é uma maqueta com 2 módulos de 800×400 mm, isto é, uma maqueta com 1,60 m de comprimento e 40 cm de largura.


Aproveitou-se o nome escrito no edifício da estação já montado há algum tempo, para dar nome à maqueta. É uma paisagem fictícia, que reproduz uma pequena estação de ligação, isolada, entre os comboios de longo curso e os regionais de ligação, e que tem também acesso rodoviário.O curso de água dá o nome à estação e à maquete.

O curso de água dá o nome à estação e à maqueta.

Projecto Genova – Vesima de Joaquim Capinha

Depois de uma conversa muito produtiva, tida na exposição de modelismo de Loures 26/10/2019, com o Eric, exponho o meu projeto ainda muito no inicio, em termos de seres humanos estou naquela parte em que o coisinho branco vai a caminho do ovulo.

Tudo começou quando encontrei no youtube, https://www.youtube.com/watch?v=hkRx3U1Ksso

  um vídeo captado na estação de Vesima na costa mediterrânica ao Sul de Genova, portanto Em Itália. O que saltou à primeira vista é que a estação é delimitada por tuneis, tanto de um lado como do outro (ver fotos do Google Earth)

Logo o cenário ideal para o módulo N, 80 cm e túnel para a zona de transição de um lado e do outro. Em termos de material a circular temos FS passageiros e mercadorias e SNCF passageiros, mas como a 1ª regra do modelismo é:

No modelismo à que fazer concessões, portanto SBB e DB podem também ser opções credíveis.

Continuando depois de apresentado o projeto e depois da conversa esclarecedora com o ERIC , passei à segunda fase, os projetos para mim executam-se em 5 fases.

1 – Fotodoc (onde se tenta obter fotos do que queremos fazer ou seja da realidade e dos pormenores)

2 – Autocad dos pobres desenhar num cartão à escala 1por 1 o traçado identificando edifícios (estação e outros) tuneis, estradas/ruas e restante paisagem.

3 – Inventário das necessidades, linhas, agulhas, boca de tuneis, kits e restantes materiais para estradas/rua e paisagem.

4 – Fase excel, depois de feito o inventário folha em excel com as necessidades ou seja kit, refª x fabricante y cust un e custo total se forem mais que 1. No fim somatório de todos os items  e perante o somatório consulta do extrato bancário, tudo nos conformes ou corta aqui e ali até existir consonância entre o estrato e as necessidades.

5 – Fase de execução do projecto

Continue reading “Projecto Genova – Vesima de Joaquim Capinha”

Ao Longo do Lago, de Eric Didier

Maquete com 3 módulos de 80x40cm ou seja uma maquete de 240cm de comprimento e 40cmde largura

Sem reproduzir um sítio específico, a maquete se inspira da linha Paris-Chambéry-Modane-Milan na zona do “Lac du Bourget” perto da cidade de Aix-les-Bains, na Savoie em França. Nesta zona a via dupla eléctrica segue o lago ao pé de uma encosta rochosa. As composições que circulam e que circularam têm grande variedade: transporte de mercadoria, serviço passageiro local e internacional (TGV e comboios de noite).

Época retratada dos anos 80 até agora

2019-09-20 – Construção dos módulos com base de contraplacado de 10 mm e kline de 10mm e desenho da linha dupla com entre eixo de 25.5mm e curva e contracurva suave com raios de curvatura de 2.4m. A via vai ser colocada na plataforma de kline, o lago se encontrado a um nível inferior na base de contraplacado.

2019-10-18 – Colagem da plataforma de cortiça de 2mm

2019-11-14 As linhas foram finalmente coladas na plataforma de cortiça! Tive que realizar a junção entre um pequeno troço de linha código 80 (na zona de ligação prevista entre módulos na zona de separador cénico) e o resto da linha código 55 que esta na maquete. Dá um pouco de trabalho mas a linha com código 55 é realmente mais fina que a 80.

Colei uma primeira via, neste caso a via exterior. Deixei secar. Cortei no cartão madeira (neste caso de 1.2mm de espessura) guias para acertar a largura entre as duas vias e ter o entre eixo certo.

Colei a segunda via encaixando bem esta contra as guias. Coloquei alguns pesos na linha para segurar tudo e tirei as guias para não ter o risco de colar à via.

Adicionei um leve relevé na curva. Para tal, tem que se realizar um declive suave entre a posição sem relevé (carris no mesmo nível) e o máximo que se pretende. Na realidade, o relevé máximo, nas linhas francesas, é da ordem de 16 cm, ou seja 1 mm na escala N, entre os dois carris. Aqui, como a curva é curta, o relevé entre carris é de apenas 0.3mm, mas já chega para ser visível.

Coloquei na extremidade exterior da linha ripas de plástico de 0.25 e 0.50 mm, com espeço de 6 cm entre elas. Vê se a primeira linha já colada com as ripas por baixo da linha e as ripas no sitio certo para a segunda linha.

O resultado:

Voila ! o primeiro módulo já esta com a via posta J

Agora, mesmo tratamento para o segundo módulo, mas tem que se acertar bem a continuidade e alinhamento da linha entre os dois módulos.

AMA – Workshop de Modelismo em Papel

A Associação de Modelismo de Almada irá , no próximo sábado 22 de junho entre as 10h30m e as 16h30m, no Clube do Sargento da Armada delegação do Feijó, realizar uma Workshop de iniciação ao Modelismo em Papel.

Este Workshop será realizada pelo Modelista Carlos Filipe.

Assim caso estejam interessados ou conhecer alguém que se deseje iniciar por favor é só aparecer.

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